O cartão de embarque do meu bisavô tinha sido emitido em 1948 pela embaixada brasileira na Alemanha, autorizando a vinda dele ao Brasil.
Opa, mas como assim 1948 se a história que se contava na minha família era que ele tinha vindo ao Brasil em 1926? Além disso, meu avô materno, filho desse meu bisavô, tinha nascido em 1926 em Santa Catarina! Estava claro que esse cartão de embarque era referente a segunda vinda dele ao Brasil.
O cartão de embarque dele trazia dados importantíssimos para minha pesquisa: nome dos pais dele (meus trisavôs!), local em que ele morava na Alemanha (Berlim), data de nascimento e profissão. E, claro, o mais importante: a data de chegada no Brasil e o nome do navio me que ele veio: Almirante Alexandrino.
Lembrando que, até agora, não tinha nenhum documento dele. Os documentos que a embaixada da Alemanha pede no processo de requerimento de cidadania são:
- certidão de nascimento
- certidão de casamento
- certidão de obito
- documentos que demonstrem ligação com a Alemanha, tais como certidão de batismo, histórico escolar, etc.
de todas as gerações, até chegar em você. No meu caso: bisavô-avô-mãe-eu.
Com o nome dele, data de chegada e nome do navio em mãos, solicitei ao Arquivo Nacional que enviassem para mim todos os documentos disponíveis sobre o meu bisa.
No próximo post, falarei sobre o Arquivo Nacional.
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